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dc.creatorSouza, Erica Martinha Silva de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9530933208734813por
dc.contributor.advisor1Tavares, Valéria da Cunha-
dc.contributor.advisor-co1Ribas, Camila Cherem-
dc.date.accessioned2015-08-11T16:32:10Z-
dc.date.issued2015-04-24-
dc.identifier.citationSOUZA, Erica Martinha Silva de. Revisão sistemática de Uroderma Bilobatum (Chiroptera: Phyllostomidae) baseada em dados moleculares e morfológicos. Manaus: [s.n.], 2015.ii, 68 f.. Dissertação (Genética, Conservação e Biologia Evolutiva (GCBEv)) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.por
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/tede/handle/tede/1867-
dc.description.resumoDentre os principais objetivos da sistemática está a investigação da origem e da manutenção da biodiversidade. A utilização de dados integrados pode aumentar a acurácia e a confiabilidade operacionais para a delimitação de espécies, a despeito do conceito de espécies em si permanecer historicamente controverso. Em muitos casos, árvores de genes são utilizadas para se inferir sobre limites de espécies, com base em parâmetros que não se enquadram em casos de especiação recente. Uroderma é um gênero que passou por inúmeras revisões taxonômicas desde sua descrição, contendo atualmente quatro espécies descritas e, historicamente, seis subespécies descritas somente para U. bilobatum. A partir dos anos 70, alguns estudos detectaram dentro do complexo U. bilobatum variações dos números diploides (2n) denominadas à época de “raças cromossômicas”. Posteriormente, foi descrita uma zona de hibridização das então consideradas subespécies U. b. convexum (2n=38) e U. b. davisi (2n=44) e, recentemente, estudos utilizando sequências do gene mitocondrial citocromo b encontraram resultados compatíveis com os dados cromossômicos. O objetivo do presente trabalho é testar e definir limites de espécies dentro do complexo U. bilobatum, utilizando dados moleculares e morfológicos. As amostras contemplaram a maior parte da distribuição do complexo, sendo utilizadas sequências inéditas de citocromo b e COI, ou disponíveis nos bancos de dados GenBank e BOLD. Foram realizadas análises de máxima verossimilhança (ML), bayesiana (IB), delimitação de espécies (GMYC) e análises populacionais, usando algoritmos de parcimônia e probabilísticos, implementados nos programas TCS, Network e BAPS. Em termos da morfometria, foram analisadas sete medidas cranianas e duas externas, as quais foram analisadas por meio de Análises do Componente Principal (PCA) e de Variância Canônica (CV). Vinte e nove (29) caracteres morfológicos discretos foram examinados para mais de 300 exemplares preservados em vias seca e úmida, incluindo peles e crânios. A análise dos dados de citocromo b resultou no resgate de três clados, correspondentes às raças cromossômicas e um clado correspondente a uma espécie recém descrita (U. bakeri), com base nesses resultados as amostras de cada clado foram classificadas com a sinonímia do táxon mais antigo: U. bilobatum, U. convexum e U. davisi. As amostras do clado de U. bakeri apresentaram divergência genética de 1% com U. davisi. Apesar de ambas espécies serem distintas morfometricamente, considerando-se o conjunto de evidências analisadas, o status de U. bakeri se torna controverso. Tomando-se os dados morfológicos em separado, foram encontrados quatro agrupamentos que coincidiram em parte com os dados moleculares e, apesar da separação visual dos agrupamentos, estatisticamente U. bakeri novamente ficou relacionada à U. davisi. Finalmente, todos os resultados levam a concluir que, dentro do complexo U. bilobatum (sensu lato) há, três clados fortemente suportados por dados cariotípicos e moleculares que corresponderiam a três espécies bem delimitadas: U. bilobatum, U. convexum e U. davisi, sendo o status de U. bakeri controverso e não plenamente suportado pelas evidências disponíveis. As relações entre os clados recuperados é ainda bastante instável e, finalmente, o status e as relações entre as espécies U. bakeri e U. davisi, dois táxons muito próximos geneticamente e geograficamente distantes e, a princípio, isolados, são controversos e precisam ser futuramente investigadospor
dc.description.abstractTools for delimitation of species are been improved effectively, with the help of coalescence theory like GMYC model (General Mixed Yule-Coalescence). This approach has been widely applied in combination with ecological, molecular, morphological and others data. Therefore, it is apparent a need to explore more widely different sources of data in studies of groups that have their diversity still unclear. As the case of species complex in Uroderma. This genre has had several revisions until 2000s and had two described species with one of them, U. bilobatum with six recognized subspecies. In the 70s, studies have investigated karyotype variations within the U. bilobatum complex, it been called "chromosomal races". Later, it was described a contact zone between subspecies convexum (2n = 38) and davisi (2n = 44) and, recently, studies using mitochondrial DNA sequences found consistent results with chromosomal data. The intriguing situations of U. bilobatum complex, lead us to test the limits of species, using together molecular and morphological data. Samples of most of the distribution of the complex were used, as well as sequences of cytochrome b and COI available in GenBank, BOLD and produced at this work. We performed maximum likelihood analysis (ML), Bayesian inference (BI), species delimitation (GMYC) and population analysis using parsimony and probabilistic algorithms, implemented in TCS programs, network and BAPS. About the morphometric data, were analyzed seven Skull and two external measures, which been analyzed by Principal Component Analysis (PCA) and Canonical Variance (CV). More than 300 specimens preserved in dry and wet roads, including skins and skulls, it been examined with twenty-nine discrete morphological character. The analysis of the cytochrome b data resulted in three clades corresponding to chromosomal races and a corresponding clade to a newly described species (U. bakeri). Based on these results, samples of each clade has been classified as a synonym of the older taxon: U. bilobatum, U. convexum and U. davisi. U. bakeri clade obtained genetic divergence of 1% compared to U. davisi. Although the both species are geographically isolated from each other, when we consider the set of analyzed evidence, U. bakeri status becomes controversial. When we analyzed the morphological data separately, we obtained the result of four groups, which coincided in part with the molecular data and despite the visual separation of groups, statistically U. bakeri again was related to U. davisi. Finally, all the results enable us to believe that within the complex U. bilobatum (sensu lato) there are three clades strongly supported by karyotype and molecular data that correspond to three well-defined species: U. bilobatum, U. convexum, U. davisi, and U. bakeri status still controversial and not fully supported by the available evidence. Relations between the recovered clades is still unstable, suggesting the use of other sources such as nuclear and genomic genes to elucidate this situationeng
dc.description.provenanceSubmitted by Gisele Nagai (giselenagai@gmail.com) on 2015-08-11T16:32:10Z No. of bitstreams: 2 Dissertação_ Erica Martinha Silva de Souza.pdf: 4943602 bytes, checksum: a49e5613fe76ee4de2111f504ba2b8b4 (MD5) license_rdf: 19874 bytes, checksum: 38cb62ef53e6f513db2fb7e337df6485 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2015-08-11T16:32:10Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertação_ Erica Martinha Silva de Souza.pdf: 4943602 bytes, checksum: a49e5613fe76ee4de2111f504ba2b8b4 (MD5) license_rdf: 19874 bytes, checksum: 38cb62ef53e6f513db2fb7e337df6485 (MD5) Previous issue date: 2015-04-24eng
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas - FAPEAMpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazôniapor
dc.publisher.departmentCoordenação de Pós Graduação (COPG)por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsINPApor
dc.publisher.programGenética, Conservação e Biologia Evolutiva (GCBEv)por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
dc.subjectComplexo de espéciespor
dc.subjectDNAmt.por
dc.subjectMorcegospor
dc.subjectTaxonomia integrativa.por
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::BIOLOGIA GERALpor
dc.titleRevisão sistemática de Uroderma Bilobatum (Chiroptera: Phyllostomidae) baseada em dados moleculares e morfológicospor
dc.typeDissertaçãopor
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