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dc.creatorMarshall, Bruce Gavin-
dc.contributor.advisor1Forsberg, Bruce-
dc.date.accessioned2019-05-27T18:15:28Z-
dc.date.issued2004-
dc.identifier.urihttps://bdtd.inpa.gov.br/handle/tede/2902-
dc.description.resumoAs contribuições relativas da energia de diferentes fontes autotróficas (folhas das árvores/arbustos do igapó, folhas das árvores/arbustos dos campos interfluviais, herbáceas aquáticas, perifiton) foram investigadas para o peixe Paracheirodon axelrodi (Characidae) em habitats diferentes (igarapé, igapó, e campo interfluvial) durante um ciclo hidrológico na bacia do médio Rio Negro. O método dos isótopos estáveis de carbono (delta13C) foi utilizado para traçar o carbono orgânico entre as plantas e o cardinal, e o método dos isótopos estáveis de nitrogênio (delta15N) foi utilizado para indicar o nível trófico do cardinal, em relação às plantas na base da rede alimentar. Também, análises de conteúdo estomacal foram feitas para determinar a dieta do cardinal. Os valores médios de delta15N das plantas variaram entre 2,49 % para as folhas do igapó e 7,22 % para as herbáceas aquáticas, com uma média de 4,52 % para todos os grupos de plantas. Os valores de delta15N dos cardinais variaram entre 7,48 e 10,85 %, com uma média de 8,65 %. Considerando um fator de fracionamento trófico de 3,0 %, o cardinal estaria ~ 1,5 níveis tróficos acima das plantas, ou no nível dos onívoros. Os valores médios de delta13C das folhas das árvores/arbustos do igapó, folhas das árvores/arbustos dos campos interfluviais, herbáceas aquáticas, e perifiton foram -30,42; -31,06; -36,22 e -38,73 %, respectivamente. Os valores de delta13C dos cardinais variaram entre -29,40 e -36,52 % com uma média de -32,78 %. Um "two end mixing model" (modelo de mistura de duas fontes) foi utilizado para determinar a contribuição de perifiton para o cardinal. As duas fontes foram as folhas do igapó (-30,42 %0) e perifiton (­38,73 0/00), e considerando um fracionamento trófico de 1,5 % para o cardinal (baseado nos resultados de delta15N), a contribuição média do perifiton foi 28,40 %. Este resultado indica que, em média a floresta foi a principal fonte de carbono para os cardinais. Embora, a contribuição do perifiton para o carbono do cardinal tenha variado sazonalmente, aumentando consistentemente durante o ano entre março (no final da seca) e novembro (na vazante). Em março, o valor médio foi 19,49 %, e em novembro o valor médio foi 41,16 %, que sugere que a alta produção de perifiton durante a cheia nos campos interfluviais pode ser uma fonte de energia importante para a cadeia trófica do cardinal. As análises de conteúdo estomacal mostraram que o cardinal se alimenta predominantemente de microcrustáceos e larvas de inseto, porém, durante a vazante as algas se tomaram um recurso alimentar mais presente em sua dieta. Isso possivelmente demonstra evidência de seletividade dos cardinais para algas durante este período.por
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2019-05-27T18:15:28Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2004eng
dc.languageporpor
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazôniapor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsINPApor
dc.publisher.programBiologia (Ecologia)por
dc.subjectCardinal tetra -- Alimentaçãopor
dc.subjectPeixes ornamentaispor
dc.subjectParacheirodon axelrodipor
dc.titleFontes autotróficas de energia para Paracheirodon axelrodi (Osteichthyes, Characidae) na bacia do médio rio Negropor
dc.typeDissertaçãopor
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